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Magda Paiva (São Paulo, Brasil) é artista visual formada em Artes Plásticas pela FAAP, onde estudou desenho e pintura com Carlos Alberto Fajardo. Participou como monitora das Bienais Internacionais de São Paulo de 1985 e 1987, experiências que ampliaram seu interesse pelas relações entre arte, percepção e espaço.

 

Durante mais de duas décadas, atuou na criação e montagem de exposições para instituições culturais e artistas no Brasil, desenvolvendo uma compreensão profunda da relação entre obra, arquitetura e circulação do público.

 

Desde 2020, dedica-se integralmente à pintura. Entre 2024 e 2025, realizou acompanhamento e mentoria com Sérgio Fingermann, aprofundando questões ligadas à linguagem pictórica e à construção do campo visual.​​​​

PT/EN

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Para Magda, a pintura nunca foi apenas imagem, mas um modo de percepção e presença no mundo.​ Sua pesquisa nasce da tentativa de acompanhar aquilo que ainda está em processo de formação — forças, deslocamentos e instabilidades que antecedem a forma definitiva. Não parte de uma imagem pronta; a pintura surge como acontecimento, construída em tensão entre o gráfico e o pictórico, entre aquilo que emerge e aquilo que ainda resiste a aparecer.

Durante muitos anos, sua experiência com a expografia e a construção de exposições aprofundou sua relação com o espaço, com a circulação do corpo e com a forma como uma obra é percebida. Hoje, compreende que essa experiência atravessa profundamente sua prática artística. O espaço deixou de ser apenas suporte para tornar-se parte ativa da pintura.

Na série Anáfora, investiga justamente esse estado contínuo de instauração, em que a imagem conquista sua presença enquanto se constrói. As linhas vibram, deslocam-se e atravessam o espaço, criando campos de tensão que exigem do observador uma experiência corporal e perceptiva.

A ideia de epifania aparece como um instante de condensação — um momento provisório em que diferentes forças entram em acordo e a pintura se revela como presença.​ Seu trabalho não busca representar o mundo, mas acompanhar o momento em que algo começa a ganhar existência.

EXPOSIÇÕES COLETIVAS

2026 | São Paulo Ocean Week. Memorial da América Latina – SP/Brasil.

 

2025 | Sustentar o Ruído. Curadoria de Filipe Campello. Galeria Verso – Lisboa/Portugal.
2025 | 100 A 1000. Organizado por Galeria Tato. Parque Glória Maria – RJ/Brasil.

2025 | Opacidade Ressonante. Curadoria de Filipe Campello. Galeria Tato – SP/Brasil.

2025 | Abraço Coletivo. Organizado por Paula Borghi. Canteiro – SP/Brasil.

2024 | Instabilidade. Curadoria de Sergio Fingermann. Galeria Contraponto – SP/Brasil.

FEIRAS

2025 | FLIPORTO. Recife/Brasil.

2023 | Art Fair NY. Nova Iorque/EUA.

2022 | Art Fair Miami. Miami/EUA.

MENTORIAS

2025 | Casa Tato Europa. Galeria Tato – SP/Brasil.

2023 | 6x6. Galeria Tato – SP/ Brasil.

2022 | Início de mentoria com Sergio Fingerman.

Magda Paiva - Website by COLUNA. 2026

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